A operação no bolso de quem lidera o serviço.
O Team Leader App foi desenhado para acompanhar o trabalho de campo do aceite do job à chegada no cliente, check-in, evidências da execução, comunicação e encerramento do serviço.

Quem está em campo não pode depender de um sistema de escritório.
O ERP organiza a operação, mas o Team Leader precisa tomar decisões enquanto se desloca e executa o serviço. A experiência móvel precisava reduzir troca de contexto e deixar claro o próximo passo: qual job aceitar, onde chegar, quando iniciar, o que registrar e como concluir.
A pergunta deixou de ser “como mostrar o ERP no celular?” e passou a ser “o que o Team Leader realmente precisa para completar o serviço?”.
Primeiro organizei o fluxo. Depois desenhei as telas.
O wireframing serviu para testar sequência, prioridade e dependências antes de investir no acabamento visual. O foco foi tornar a jornada operacional contínua, com decisões simples e feedback claro a cada transição.

Wireframing do fluxo do Team Leader App.
Do job disponível ao local correto, sem perder contexto.
O fluxo começa no job. Depois do aceite, o Team Leader precisa saber onde o serviço acontece e conseguir iniciar a atividade no endereço correto. Navegação e localização entram como parte do workflow, e não como uma funcionalidade isolada.

Aceite, deslocamento e chegada ao cliente.
Chegar não é o mesmo que começar. O sistema precisa registrar esse momento.

Check-in do serviço e captura de evidência.
O check-in cria um marco operacional. A partir dele, o serviço deixa de estar apenas agendado e passa a estar em execução. O Team Leader confirma o início e pode registrar evidências do local de forma contextualizada.
Isso transforma uma ação que antes poderia acontecer informalmente em um evento rastreável dentro do job.
O aplicativo orienta o que precisa ser comprovado, sem interromper o trabalho.
Durante a execução, fotos e registros precisam ser rápidos. A experiência conduz o Team Leader pela captura de evidências e mantém cada registro associado ao serviço correto.

Evidências visuais associadas ao job.
Quando surge uma dúvida, a conversa precisa continuar dentro do contexto do job.
O chat reduz a necessidade de sair do fluxo operacional para buscar ajuda. A comunicação permanece vinculada à rotina de trabalho, facilitando o entendimento do que está acontecendo e evitando perda de contexto.
Chat não entra como “mais uma feature”. Ele entra como parte do workflow.

Comunicação contextual durante o serviço.
Encerrar o serviço exige mais do que apertar “finalizar”.
O check-out concentra validações que ajudam a fechar a execução com clareza: revisão das informações, avaliação do serviço e confirmação de pendências antes da conclusão.

Revisão e encerramento do serviço.

Assinatura do cliente como confirmação de encerramento.
Uma sequência contínua para reduzir ambiguidade em campo.
Entender o job e assumir a execução.
Conectar presença, local e início do serviço.
Capturar evidências e manter comunicação.
Revisar, coletar confirmação e encerrar.
O ERP deixa de ser apenas um sistema administrativo e passa a acompanhar a execução real.
O Team Leader App conecta o que foi planejado no ERP ao que efetivamente acontece em campo. Aceite, deslocamento, check-in, evidências, comunicação e encerramento passam a fazer parte do mesmo fluxo digital.
O resultado é uma experiência mais clara para quem executa e uma base mais rastreável para a operação acompanhar cada serviço.